Como seu estilo de vida atua na prevenção do câncer de mama

O câncer de mama é considerado um dos tipos mais recorrentes, com cerca de 1 milhão de casos ao redor do mundo todos os anos. Sua prevalência se dá em mulheres a partir de 50 anos, mas uma série de outros fatores de risco podem contribuir para o desenvolvimento da grave doença. Entre eles, o estilo de vida da pessoa, sabia?

 

Por meio dos seus hábitos diários, certos riscos são associados às chances de ter câncer de mama. E, neste post, nós vamos apresentá-los a você, uma vez que a prevenção é uma das principais maneiras de combater o câncer.

Confira, e alinhe o seu estilo de vida a uma rotina mais saudável e reforçada na luta contra o câncer de mama!

Os fatores de risco para o câncer de mama

Antes de analisarmos especificamente o estilo de vida como fator de risco para o câncer, vamos entender quais são os aspectos levados em consideração para tal determinação. Para isso, dividimos o assunto em três:

Fatores com risco pouco elevado

  • Pessoas que tiveram a primeira menstruação antes dos 12 anos de idade;
  • Menopausa a partir dos 55 anos de idade;
  • Primeira gestação a partir dos 34 anos de idade;
  • Pessoas que realizaram terapias de reposição hormonal por mais de 5 anos.

Risco medianamente elevado

  • Parentes próximos (como as irmãs ou a mãe) que tiveram câncer de mama durante a pós-menopausa;
  • Pessoas que nunca tiveram gestação;
  • Antecedentes de algum tipo de lesão mamária que seja compatível com a hiperplasia epitelial sem atipia.

Risco muito elevado

  • Antecedentes de algum tipo de lesão mamária atípica ou neoplasia lobular in situ;
  • Suscetibilidade genética comprovada.

Assim, é possível traçar um parâmetro esclarecedor a partir dos fatores em que a pessoa possui pouco — ou nenhum — controle sobre a incidência da doença. Em outros casos, no entanto, isso é possível;

O estilo de vida na prevenção ao câncer de mama

Uma vida equilibrada promove mais mecanismos de defesa ao organismo, sendo possível espantar e diminui o risco de câncer de mama ao longo da vida. Por outro lado, uma série de maus hábitos podem ter o efeito oposto e aumentar consideravelmente as chances de surgimento da doença.

Entre eles, separamos alguns para que você possa avaliar quais fazem parte de sua rotina e quais outros evitar, de acordo com o American Cancer Society:

  • Alcoolismo: o consumo de alcool tem sido amplamente associado ao risco de em se desenvolver câncer de mama;
  • Alimentação: além do consumo exagerado de álcool, a ingestão de alguns alimentos pode influenciar o fator de risco, como aqueles que contenham açúcar em excesso, enlatados e embutidos e alimentos processados aumenta o risco de câncer de mama. Já as carnes brancas, frutas, legumes e alimentos integrais podem melhorar os hábitos e promover a sua saúde; Dê preferência ao consumo de  carnes brancas, frutas, legumes e alimentos integrais.
  • Obesidade: muito comumente relacionada ao estilo de vida da pessoa, a obesidade é um fator de risco ainda maior quando está ligada ao sedentarismo, que é também um fator exponencial que também pode contribuir para o desenvolvimento da doença;
  • Contraceptivos: pílulas anticoncepcionais a base de hormônios, Injeção Depo-Provera e DIU são alternativas no controle de natalidade que usam hormônios e, assim, podem estar associados ao câncer de mama, dependendo da dose e  de acordo com o tempo de uso;
  • Amamentação: se, por um lado, a ausência de gestação pode aumentar o risco de desenvolver o câncer de mama, a amamentação, principalmente quando sugere o contrário. Quando continuada por até 2 anos, pode reduzir o risco de se contrair a doença.

Ou seja: o câncer de mama também está associado ao estilo de vida que levamos em nosso dia a dia. Convém realizar uma consulta com um Consulte seu médico especialista para averiguar quais fatores de risco fazem parte do seu cotidiano dia a dia. Para saber mais a respeito do sobre o câncer de mama e como atuar qualitativamente em sua prevenção se prevenir contra a doença,  acesse o nosso site e fique por dentro de tudo o que as Américas Amigas fazem para trabalhar nessa direção faz para ajudar as brasileiras a detectarem e diagnosticarem a doença precocemente!

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